Em cinco anos, o Pix deixou de ser uma novidade regulatória para se tornar o principal meio de pagamento do brasileiro, superando cartão e dinheiro em boa parte das transações do dia a dia.
Da desconfiança inicial à adoção em massa
Nos primeiros meses, parte da população ainda desconfiava da instantaneidade do sistema. Hoje, o Pix é a forma de pagamento padrão em situações que antes dependiam quase exclusivamente de dinheiro em espécie.
O impacto no pequeno comércio
Ambulantes, feirantes e pequenos comerciantes que não tinham acesso a maquininhas de cartão passaram a aceitar pagamentos digitais pela primeira vez, com o QR Code como porta de entrada.
O que vem a seguir
Com o Pix Automático e a expansão do pagamento por aproximação, a tendência é que o sistema avance ainda mais sobre usos que hoje dependem de cartão de crédito ou débito automático.