O chamado “Pix Internacional” já funciona em caráter experimental com alguns países vizinhos, por meio de acordos bilaterais entre o Banco Central e autoridades locais.
O que já é possível
Em corredores específicos, é possível enviar um Pix para uma conta em outro país participante, com conversão automática de moeda no momento da transação.
O que ainda falta
Uma integração ampla, nos moldes do Pix doméstico, depende de padronização técnica e regulatória entre múltiplos bancos centrais — um processo mais lento que a expansão dentro do Brasil.